🍷 Enoturismo na Argentina: Roteiro de 3 Dias por Mendoza, Luján de Cuyo, Valle de Uco, Maipú e San Rafael
Um guia completo para explorar vinícolas, paisagens andinas e experiências sensoriais nas principais regiões produtoras da Argentina
Viajar para Mendoza é mais do que cruzar fronteiras — é entrar em um território onde o vinho e vinícolas dita o ritmo, a paisagem abraça e cada detalhe parece preparado para desacelerar a alma. Antes mesmo de abrir a primeira garrafa, vale organizar a chegada com calma, conforto e aquele toque de hospitalidade que transforma uma viagem em memória.
A chegada: recebendo o viajante com o cuidado que a experiência merece
O Aeroporto Internacional de Mendoza (MDZ) recebe voos diretos de Buenos Aires, Córdoba, Santiago e outras capitais sul‑americanas. Para quem chega do Brasil, a conexão mais comum é via Buenos Aires — e, mesmo com a troca entre Ezeiza e Aeroparque, o trajeto costuma ser tranquilo.
Assim que você pisa em Mendoza, o clima seco, o céu azul e a visão distante da Cordilheira já anunciam que os próximos dias serão especiais.
Como se deslocar com conforto
Para circular entre vinícolas e regiões, três opções funcionam muito bem:
Transfer privado — ideal para quem quer conforto desde o aeroporto.
Motorista especializado em enoturismo — perfeito para visitar várias vinícolas sem se preocupar com rotas.
Carro alugado — liberdade total para explorar no seu ritmo.
Cada escolha se adapta ao estilo do viajante, mas todas garantem uma chegada tranquila — exatamente como o vinho pede.
Hospedagem: onde a aventura começa
Em Mendoza, a hospedagem não é apenas um lugar para dormir: é parte essencial da experiência.
Entre as opções mais marcantes:
Cavas Wine Lodge — charme rústico e privacidade entre vinhedos.
Entre Cielos Wine Hotel — moderno, elegante e com vista para parreirais.
Casa de Uco Wine Hotel — no Valle de Uco, ideal para quem busca altitude e silêncio.
Algodón Wine Estates — em San Rafael, um refúgio entre vinhas e oliveiras.
É a partir da hospedagem que a jornada realmente começa. A taça inaugural, o primeiro olhar para os Andes, o silêncio que abraça — tudo prepara o espírito para os dias que virão.
🍇 Dia 1 — Mendoza e Luján de Cuyo
Malbecs de altitude, vinícolas icônicas e vistas que emocionam
A chegada em Mendoza já desperta aquela sensação de que algo especial está por vir. O ar seco, o céu azul profundo e a Cordilheira dos Andes desenhando o horizonte criam o cenário perfeito para iniciar a jornada.
Primeira parada: Bodega Catena Zapata

Com arquitetura inspirada nas pirâmides maias, a Catena Zapata é um ícone mundial. A visita guiada é envolvente, e a degustação revela por que seus vinhos figuram entre os melhores do planeta.
Almoço sugerido: Angélica Cocina Maestra, dentro da própria vinícola — pratos locais harmonizados com rótulos históricos.
Tarde em Luján de Cuyo

A charmosa Bodega Bressia oferece um atendimento intimista e vinhos de autor que surpreendem. Se o tempo permitir, vale um almoço tardio no Bressia Wine Experience, entre barricas e aromas de fermentação.
Encerramento: Casa El Enemigo

Arte, vinho e filosofia se encontram nesse espaço carregado de personalidade. O jantar harmonizado é daqueles que ficam na memória — e no coração.
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Melhores Regiões Vinícolas do Brasil
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🍇 Dia 2 — Valle de Uco e Maipú
Altitude, terroir extremo e vinhos que desafiam o paladar
Depois de um café da manhã tranquilo no Casa de Uco Wine Hotel, é hora de explorar duas regiões que revelam a diversidade da viticultura mendocina.
Valle de Uco: frescor e altitude
Vinícolas como Salentein, Andeluna e Domaine Bousquet oferecem experiências completas: arquitetura integrada à natureza, degustações técnicas e rótulos que expressam o frescor da altitude.
A vista da Cordilheira aqui é arrebatadora — cada taça parece refletir o solo pedregoso e o clima extremo.

Almoço sugerido: Restaurante da própria vinícola ou o Casa de Uco Wine Hotel & Restaurant, com ingredientes locais e harmonizações precisas.

Tarde em Maipú: tradição e inovação
A visita à Bodega Trapiche é imperdível — casarão histórico, vinhos clássicos e experimentais. Se houver tempo, inclua:

Bodega La Rural — Museu do Vinho e história da viticultura argentina.

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Vale dos Vinhedos- Guia Completo para sua Primeira Viagem: https://bacoevinhos.blog/vale-dos-vinhedos-guia-completo/
🍇 Dia 3 — San Rafael e Alta Montanha
Natureza exuberante, vinhos intensos e paisagens que emocionam
O terceiro dia leva você ao sul de Mendoza, rumo a San Rafael, uma região menos explorada, mas cheia de personalidade.
Hospedagem sugerida
Algodón Wine Estates — vinhos, oliveiras e campos de golfe em perfeita harmonia.

Vinícolas do dia
Bodega La Abeja — acolhimento caloroso e rótulos honestos.
Bodega Alfredo Roca — elegância, qualidade e degustações tranquilas.
Almoço: Restaurante da vinícola ou o Chez Gaston, com ingredientes locais e vista para os vinhedos.

Alta Montanha: natureza em estado bruto
A tarde é dedicada a paisagens dramáticas:
Cañón del Atuel — formações rochosas esculpidas pelo tempo.

Dique Valle Grande — águas verde‑esmeralda e silêncio que abraça.

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Continue sua jornada pelo vinho
A Arte de Harmonizar sem Regras: https://bacoevinhos.blog/%f0%9f%8d%b7-a-arte-de-harmonizar-sem-regras/
🍷 Para brindar ao final da jornada
Três dias, três regiões e uma certeza: o enoturismo na Argentina é mais do que visitas a vinícolas — é uma experiência sensorial que combina paisagem, história, gastronomia e vinhos que emocionam.

